terça-feira, 23 de outubro de 2007

NTE finaliza curso para melhor idade com sucesso total

O curso “clicando com a melhor idade” teve como objetivo a inclusão digital de pessoas do grupo da terceira idade e aconteceu entre os meses de setembro e outubro com sucesso e participação ativa de idosos residentes em Santo Antonio de Jesus. O curso era aguardado com expectativas pelos participantes desde a abertura das inscrições e teve duração de 5 (cinco) semana e carga horária de 40 horas e foi ministrado pela multiplicadora Rita Matos. Estamos com mais um curso desta modalidade previsto para novembro no turno da tarde. As inscrições estão abertas!

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Uso da web não chega a 30% dos brasileiros

29 de maio de 2007
Acesso à internet está em menos de 20% dos lares no país e metade dos brasileiros nunca ligou um PC. Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, o Cgi.br, aponta crescimento do uso da internet no país, porém em ritmo lento. A maior parte dos brasileiros (54,5%), por exemplo, nunca operou um computador. O mesmo estudo diz que 67% dos brasileiros nunca acessaram a internet. Segundo o estudo, o uso da web é freqüente só nas casas onde o chefe da família (pessoa de maior renda) ganha ao menos R$ 1,8 mil. Entre todas as classes, o PC está presente em 19,6% das residências brasileiras. Só em 14,49% das casas, existe um PC com acesso à web. A penetração da web nas residências é maior no sul (17%) e sudeste (18,7%) e menor no nordeste (5,5% dos domicílios). Dentro do universo de usuários domésticos, a esmagadora maioria usa um desktop para navegar (98%) e só 3% usam notebooks. Quanto a velocidade de conexão, o método mais comum é o dial-up, que responde por 49% dos acessos domiciliares. Outros 28,6% usam DSL, 6% usam cabo, 4,8% acesso por rádio e 0,7% de satélite. Entre as pessoas que navegam na internet, a maior parte delas o faz em casa (40%). Cerca de 30% usa LAN houses e cybercafés para ver e-mails e ler notícias. Outros 24% tem acesso só no local de trabalho e 15% nas escolas onde estudam. Somente 3,5% dos usuários usam telecentros públicos. O estudo aponta ainda que a maior parte dos brasileiros tem dificuldades para compreender o funcionamento da internet. O primeiro obstáculo é o uso de um PC, algo que metade da população nunca fez. O estudo revela que só 28% dos brasileiros declaram saber usar a internet para fazer pesquisas em um mecanismo de busca e apenas 19,8% dos entrevistados afirmam saber como mandar um e-mail. Dentro do universo dos usuários regulares de internet o principal uso é para fazer pesquisas escolares e de trabalho, conversar em chats, comunicadores instantâneos e enviar e ler e-mails. Neste universo,12% afirmam que usam a web para acessar serviços públicos, como consultar seu CPF, enviar declaração de imposto de renda, inscrever-se para cursos e concursos públicos.

MEC adota regras rígidas para o ensino a distância

Regras rígidas vão controlar a abertura e o reconhecimento dos cursos de graduação a distância que, atualmente, atendem 575,7 mil estudantes em 205 cursos em todo o País.
As instituições que não cumprirem as novas exigências do Ministério da Educação (MEC) serão descredenciadas e impedidas de atuar no segmento.As avaliações vão começar pelas 150 instituições que aguardam autorização. Serão três tipos: uma para as instituições, outra para os cursos e a terceira para os pólos regionais.
Como nos cursos presenciais, as instituições terão que atingir conceito 3, numa escala de 1 a 5, para obter o credenciamento.
Padrão de qualidade
O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, afirma que a mudança pretende aperfeiçoar o sistema, assegurando padrão de qualidade. "Quem faz curso a distância não é um aluno de baixa qualidade. Ele tem que ter a mesma estrutura oferecida aos dos cursos tradicionais", diz.Todas as instituições serão avaliadas a partir deste ano. "Ou elas se enquadram nas novas regras ou seus cursos serão fechados", avisa. Se isso acontecer, alunos serão transferidos para outras instituições.
Pela primeira vez serão exigidos dos pólos presenciais bibliotecas, laboratórios de Informática em rede, laboratórios de Química, Física e Biologia e salas de estudo. Os tutores (professores dos pólos) deverão ter formação universitária.
Para os alunos, as novas exigências manterão o bom nível dos cursos. "Se não houver controle, nós somos prejudicados, pois as pessoas acham que os cursos são todos iguais", diz Fabiano de Oliveira Moura, 27 anos, que estuda Matemática no pólo de Nova Iguaçu do Centro de Educação Superior a Distância do Estado, que reúne as universidades Uenf, Uerj, UFF, UFRJ e UniRio.
Números crescentes
Mais de 2,2 milhões de alunos se matricularam em cursos a distância ano passado, segundo o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (Abraed). Ou seja, um em cada 80 brasileiros. E o número de instituições autorizadas ou com cursos credenciados cresceu 36% de 2004 para 2006. E o de alunos aumentou 150%. De 6.430 vagas em 2000, a oferta em cursos a distância saltou para 187.828 em 2004.Além da quantidade, há qualidade. Os alunos que ingressaram em cursos superiores a distância se saíram melhor que os estudantes dos cursos tradicionais em 7 das 13 áreas universitárias avaliadas pelo Enade.
A aluna de Matemática Cecília Miranda, 38 anos, que cursou até o 6º período de Enfermagem na UFRJ, diz que o pólo do Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj) em Nova Iguaçu não deixa a desejar para a UFRJ: "O nível é alto". Lá, há cinco laboratórios dois de Física e um de Informática.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

70% dos formandos rejeitam carreira de professor segundo o MEC

Mais de 70% dos formados em Licenciatura no País não trabalham como professores nas escolas brasileiras. Estudo inédito feito pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que, com exceção das áreas de física e química, existem mais licenciados do que a demanda para dar aulas em todas as salas de 5ª a 8ª série e do ensino médio. Cerca de 1,2 milhão se graduaram como potenciais professores nos últimos 25 anos e o crescimento nesse contingente desde 2001 foi de 66%. Mas eles não querem ir para as salas de aula. A valorização da profissão, minguou com a expansão de estudantes nas escolas públicas brasileiras na última década. Em julho, o Conselho Nacional de Educação (CNE) chegou a divulgar um estudo que falava em "apagão" de professores, já que o País teria uma déficit de 246 mil profissionais. A pesquisa do MEC, agora, mostra números diferentes. A demanda para cobrir todas as escolas de 5ª série ao ensino médio do Brasil é de 725.991 docentes e há 1,4 milhão em exercício. "Havia incorreções no estudo do CNE, não faltam professores e sim faltam professores licenciados para as áreas específicas", diz o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais do MEC (Inep), Dilvo Ristoff. Ou seja, há profissionais formados em outras áreas ou mesmo professores de disciplinas diferentes dando aulas nas salas que estariam abandonadas. Em Física e Química existem, respectivamente, 6 mil e 8 mil professores licenciados, mas são cerca de 60 mil trabalhando em cada uma das áreas. Portanto, cerca de 90% de quem ensina essas disciplinas não tem a formação adequada para isso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo reitrado de http://br.noticias.yahoo.com/s/15102007/25/manchetes-mec-70-dos-formandos-rejeitam-carreira-professor.html

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

NTE / 04 Abre inscrições para cursos de informática

O NTE / 04- Santo Antonio de Jesus esta disponibilizando vagas para cursos de informática instrumental a professores da Rede Municipal no turno matutino e curso de informática básica a terceira idade no turno vespertino. As inscrições começam terça-feira, 16/10 e vão até sexta-feira, 20/10. Os cursos terão inicio dia 24/10, terça-feira.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Computador decifra segredo do sorriso da Monalisa

Monalisa, pintada por Leonardo Da Vinci, era uma mulher
83% feliz,
9% enojada,
6% atemorizada
e 2% incomodada
De acordo com uma análise feita por um computador da Universidade de Amsterdã, na Holanda. Um programa de "reconhecimento de emoções" foi empregado na obra realizada no século XV pelo artista italiano para tentar "revelar" o famoso sorriso da mulher retratada, um dos maiores mistérios da arte mundial.
Agora, graças ao computador holandês, o segredo de "La Gioconda" (o outro nome do famoso retrato) estará ao alcance de todos que lerem o próximo número da revista científica britânica New Scientist, no sábado.
O algoritmo, desenvolvido em colaboração com a Universidade de Illinois (Estados Unidos), tenta determinar os sentimentos que experimenta uma pessoa através da análise de seus traços faciais, como a curvatura dos lábios ou as rugas dos olhos.